segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Entrevista: Guilherme Giovannoni

Seguindo com as entrevistas, hoje iremos entrevistar o Guilherme Giovannoni. O Guilherme foi um dos jogadores mais experientes da Seleção Brasileira na conquista da vaga para as Olimpíadas. Com grande experiência internacional Guilherme que hoje atua no Brasília, vai falar um pouco da sua trajetória no Basquete, sobre a Seleção, Ribeirão e outros assuntos
Neste momento quero agradecer o Guilherme, pelo tempo que nos concedeu para essa entrevista.

Nome: Guilherme Giovannoni
Idade: 31
Cidade:
Brasilia/DF
Time:
Uniceub/BRB/Brasilia
Numero da Camisa: 12

Alexandre: Porque quis ser um jogador de Basquete?
Guilherme: Foi de ver meu pai jogando, é dessa maneira que se iniciei a me apaixonar pelo basquete. Nasci na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, em 02 de junho de 1980 e já aos sete anos, iniciei minhas primeiras aulas em uma escolinha de basquete, com a professora Beth, que além de professora, era árbitra da Federação Paulista. Mais tarde, já atuando pela equipe do Cristovão Colombo (clube da cidade do interior), conheci a emoção de uma competição, sob o comando de Baiano, hoje técnico da equipe adulta do XV de Piracicaba. (fonte: www.guilhermegiovannoni.com.br)
Alexandre: Como foi sua trajetória no basquete? Onde começo a jogar?
Guilherme: Já atuei por 12 clubes, iniciei em uma quadra pelo XV de Piracicaba, e passei por vários times, entre eles o E.C. Pinheiros (1995-1999 e 2001), COC/Ribeirão Preto (2002), Baloncesto Fuenlanbrada (2000-2001), Treviso/ITA (2003-2005), Uniceub/BRB/Brasília (atual), entre outros (veja abaixo). Das 12 equipes, duas marcaram mais minha carreira até aqui. O E.C. Pinheiros, clube onde iniciei a carreira como profissional, em 1997 e atuei por cinco anos. E também a equipe do Uniceub/BRB/Brasília que marcou minha carreira, pelos títulos conquistados, pela torcida e também pela cidade. (Fonte: www.guilhermegiovannoni.com.br)
Alexandre: Quais clubes você já jogou clubes:
Guilherme: Cristovão Colombo (1991 a 1993) Piracicaba/SP
- Cesp Rio Claro (1994) Rio Claro/SP
- E.C. Pinheiros (1995-1999 e 2001) São Paulo/SP
- Baloncesto Fuenlabrada (2000 a 2001) Fuenlabrada/Espanha
- Baloncesto Gijon (2001) Gijon/Espanha
- COC/Ribeirão Preto (2002) Ribeirão Preto/SP
- Basket Rimini Crabs (2002 a 2003) Rimini/Itália
- Benetton Treviso (2003 a 2005) Treviso/Itália
- Pallacanestro Biella (2004 a 2005) Biella/Itália
- B.C. Kiev (2005 a 2006) Kiev/Ucrânia
- Virtus Bolonha (2006 a 2009) Bolonha/Itália
- Uniceub/BRB/Brasilia (2009-atual) Brasilia/DF
Alexandre: Quais foram os desafios que você teve que enfrentar, e como os enfrentou?
Guilherme: Acho que quando sai de casa e fui pra São Paulo foi bem difícil, da mesma maneira quando fui à Espanha pela primeira vez.


Alexandre: Como foi trabalhar no COC/Ribeirão? Como foi a noticia que o time do COC iria acabar?
Guilherme: Foi ótimo, tanto a instituição quanto a cidade de Ribeirão Preto é ótimos. Fiquei muito triste que o Dr. Chaim tenha desistido do basquete.
Alexandre: O que você acha do time do COC está voltando com o basquete?
Guilherme: Claro que é uma grande notícia para todo o basquete nacional, espero que se concretize.
Alexandre: Quando recebeu a informação que iria jogar na seleção, no Pré Olímpico, qual foi sua reação?
Guilherme: É sempre uma grande satisfação jogar pela seleção brasileira, e claro que fiquei muito feliz de ter ajudado a seleção nessa conquista incrível.

Alexandre: Como foi trabalhar com um técnico Argentino?
Guilherme: Já trabalhei com muitos técnicos, de diferentes nacionalidades, então não fui muito diferente. O que difere é sim a maneira que cada um trabalha, e o Ruben é muito serio quanto a isso.
 Alexandre: Qual foi sua emoção quando conquistou a vaga para Londres?
Guilherme: Acho que todos nós estávamos como crianças comemorando essa conquista. É um sonho se realizando.
Alexandre: Você é a favor de que o time que foi para o Pré Olímpico, tem que ser o mesmo que vai para Londres?
Guilherme: Essa é uma pergunta que tem que ser feita ao treinador.
Alexandre: Você aceitaria os 3 atletas da NBA no time para as Olimpíadas?
Guilherme: Não teria nenhum problema quanto a isso, já nos conhecemos a muito tempo e o bem da seleção tem que estar acima de qualquer coisa.
Alexandre: Como vai ser sua preparação para Londres 2012?
Guilherme: Na verdade a nossa preparação já começou, com cada jogador trabalhando duro para melhorar em seus clubes.
Alexandre:Qual é seu maior sonho?
Guilherme: Agora seria conquistar uma medalha olimpica



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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Entenda a greve na NBA

Entendendo a grave na NBA.
Como é de conhecimento a NBA está em greve. Os jogos da Pré Temporada já foram cancelados, e as duas primeiras semanas da temporada estão ameaçada a ser cancelada. Analisaremos o porque da greve.
Os jogadores estão sabendo que a temporada pode ser cancelada por inteira, ou mesmo acontecendo igual em 1999 com a NBA tendo somente 50 jogos e não 82 como uma temporada normal.

A NBA tem um Collective Bargaining Agreement (CBA) que é o acordo coletivo de trabalho. A CBA tem um acordo legal entre a liga e a associação dos jogadores. A CBA contem todas as regras e informações que a liga e os jogadores precisam seguir. Quando é feito esse acordo também é definido o tempo que o novo acordo irá durar.  E assim chega o momento que a NBA está passando. Esse acordo expirou no final da temporada passada, e desde então representantes dos jogadores e a liga estão tentando entrar em um acordo. Esse acordo para um novo contrato, tem como ainda ser definido:

- Teto salarial para cada time, onde o time só pode gastar com salários até esse teto, e ultrapassando cada time paga um “Imposto de Luxo” que é a cada dólar ultrapassado do teto de salário o time paga um dólar a NBA.

- Tempos de contratos, sejam contrato atual o qual jogadores ganham muito ou futuro contratos.

- Porcentagem de ganho dos clubes e dos jogadores.

Este ultimo ponto é o que está atrasando a NBA e cancelando jogos, pois os donos das equipes e os jogadores não estão entrando em acordo. Vamos entender o que é essa porcentagem.

A NBA tem uma renda anual que vem de receitas de bilheteria, direitos de transmissão, patrocínios, entre outros. No acordo da CBA que expirou, 57% dessa renda vai para salários e benefícios aos jogadores. E o resto vai para a liga e os clubes.  Este ano os donos, estão querendo aumentar o valor desta porcentagem, queria que os jogadores ficassem com 39% e os clubes com 61%, os jogadores através de seus representantes dizem que não vão abaixar mais do que 53%. E estão até hoje tentando chegar a um acordo. O ultimo acordo que foi colocado na mesa de discussão foi 50% para cada um e está em analise.

Mais porque 57%

Conforme já foi informado,  essa porcentagem foi acordado entre os clubes e os jogadores, vem desde 1999 e expirou nesse ano. De toda renda que a NBA ganhou durante a temporada passada, 57% era para ser de salários e benéficos, por isso existe um teto salarial. 

Por garantia a NBA fica com 10% (também acordado com a CBA) dos salários gasto com todos os jogadores e  esse dinheiro fica em uma conta bloqueada.  No final da temporada a NBA analisa se os 57% foi suficiente para pagar todos os salários, e os 10% que ela recolheu é devolvida para os jogadores. Se os salários forem superiores aos 57%  a NBA usa do dinheiro na conta para pagar os clubes e o que sobrou entrega aos jogadores, se mesmo assim  se todos os salários for maior que os 57% e os 10% a NBA usa todo o dinheiro para entregar aos clubes e o que faltou é usado do ano seguinte.

 

Segue uma tabela exemplificando:


Exemplo
Renda Total da NBA:
$3.000 bilhão
% de Salários e Benefícios:
57%
57% da Renda Total:
$1.710 bilhão
Salários
$1.600 bilhão
Benefícios
$110 milhão
Salário Bloqueado (%):
10%
10% dos Salários Bloqueados:
$160 milhão
Valor excedente de Salários e Benefícios
$100 milhões
Retorno aos clube:
$100 milhões
Retorno aos jogadores:
$60 milhões

 

Então é por causa dessa porcentagem que a NBA está em greve, os jogadores acreditam que precisam bater o pé  e mesmo que precise ser cancelado a temporada inteira eles não vão abrir mão. Os clubes querem ganhar mais, mais também não pode ficar perdendo dinheiro com a paralisação da NBA. E por isso estão tendo reuniões constantes.

Aguardemos os próximos capítulos, assim que sair o acordo mostrarei para vocês como vai ficar cada porcentagem para os clubes e os jogadores.

 

 

 


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Entrevistas: Rafael Luz

Bom pessoal seguindo com as entrevistas, hoje estou entrevistando o Rafael Freire Luz.

Rafael estava no time da Seleção Brasileira que conquistou a vaga para as Olimpíadas depois de 16 ano.
Rafael muito obrigado, por ter respondidos essas perguntas, sucesso na sua vida profissional.
 

Entrevistado:
Nome: Rafael Freire Luz
Idade: 19 anos
Time: Lucentum/Alicante (ES)
Numero da Camisa: #5





Alexandre: Fala um pouco de suas conquistas.

Rafael: Bom, minhas conquistas começaram quando eu fui para seleção sub 16 e com a união grupo, conquistamos o ouro no Sul-Americano no Uruguai em 2006. Na temporada 2007/08 e 2008/09 no qual eu estava jogando no Unicaja/Málaga (Espanha) onde conquistei o campeonato juvenil. Na temporada 2007/08 também fui campeão da Espanha por seleções estaduais, eu joguei por Andalucia, conquistando assim o inédito titulo para o estado.
Consegui dois campeonatos Final Four Junior com Unicaja/Málaga, uma em 2007/08 e outra em 2008/09 sendo nessa integrante do quinteto ideal da Final Four Junior. Em 2011 conquistei a medalha de prata com a Seleção Brasileira adulta em Mar Del Plata na Argentina e voltando assim às Olimpíadas depois de 16 anos.

Alexandre: Porque quis jogar basquete?

Rafael: Eu nasci em uma família onde o basquete era tradição. Somos seis irmãos e todos jogaram basquete, meu pai foi jogador e técnico, então acho que por viver sempre nesse meio automaticamente acabei pegando gosto pelo esporte, que comecei a treinar com 5 anos.

Alexandre: Quais times você já jogou?

Rafael: Perola Clube Birigui, S.M.E.R. Araçatuba (hoje em dia conhecido como BC), Esportiva/Jundiaí, Unicaja/Málaga(ES), C.B. Granada (ES) e Lucentum/Alicante.

 Alexandre: Como foi sua trajetória até você chegar à Espanha?

Rafael: Eu comecei em Araçatuba na escolinha da Claudia Crepaldi. Minha família acabou mudando pra Jundiaí e dai comecei a jogar na Esportiva. Em uma Clinica que o técnico de Málaga fazia em Jundiaí eu participei. Ele me convidou pra treinar na Espanha para ver se eu tinha condições pra ficar. Depois de 2 semanas treinando gostaram dos meus treinos e assinamos o contrato.

Alexandre: Quais foram os desafios que você teve que enfrentar, e como os enfrentou?

Rafael: Meu primeiro ano fora do Brasil foi muito difícil, fiquei cinco meses em um novo pais, com pessoas falando outra língua, com outros costumes e eu tinha apenas 15 anos. Essa fase de adaptação foi muito difícil. Depois vieram as cobranças dos estudos e dos treinos, que eram bem grandes e eu ainda não estava acostumado.

Alexandre: Quando recebeu a informação que iria jogar na seleção no Pré Olímpico, qual foi sua reação e onde que você estava quando recebeu?

Rafael: Eu estava em Araçatuba, minha cidade natal, na casa do meu primo e quando meus agentes me ligaram falando pra eu voltar que eu tinha que me apresentar à Seleção, minha alegria foi imensa. Não esperava a convocação esse ano e ela acabou vindo.

Alexandre: Como foi trabalhar com um técnico Argentino?

Rafael: Pra mim foi uma experiência incrível. O Ruben, o técnico da Seleção Brasileira, já possui muita bagagem, muita historia e é um grande técnico. Nunca parei para pensar que estava sendo treinando por um argentino na seleção brasileira.

Alexandre: Qual foi sua emoção quando conquistou a vaga para Londres?

Rafael: A maior que eu já tive. Quando o placar zerou e eu vi que a gente tinha conquistado a vaga, apenas lagrimas e vontade de gritar passaram pela minha cabeça.

Alexandre: Você é a favor de que o time que foi para o Pré Olímpico, tem que ser o mesmo que vai para Londres? 

Rafael: Eu acho que seria importante isso. Os jogadores que estivera lá trabalharam muito pra conseguir essa vaga, mas dificilmente uma seleção repete 100% dos jogadores em duas competições seguidas.

Alexandre: Você aceitaria os 3 atletas da NBA no time para as Olimpíadas?

Rafael: Eu acho que será uma decisão que não cabe a nós jogadores decidir. Claro que toda ajuda é bem-
vinda, mas quem vai decidir isso será o técnico.

Alexandre: Como vai ser sua preparação para Londres 2012? Está jogando em qual time e qual liga essa temporada?

Rafael: Este ano estou muito focado nos treinos e especificamente em madurecer como armador, tentar pegar o máximo de experiência para conseguir jogar melhor (ficar entre os 12) em Londres. Este ano jogarei no Lucentum/Alicante na Espanha e jogaremos a liga ACB, conhecida como Liga Endesa.

Alexandre: Qual é seu maior sonho?

Rafael: Me firmar na Espanha. Quero fazer minha carreira por aqui e assim constituir minha independência financeira para voltar ao Brasil.

Alexandre: Pretende ir para a NBA?

Rafael: Não é mais um sonho como antes, mas se algum dia chegar o momento de ir e for o melhor pra mim, com certeza iria.
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domingo, 2 de outubro de 2011

Entrevistas: Guilherme Fuck

Começando com as entrevistas com os jogadores profissionais.

A primeira entrevista é com o Guilherme Fuck. Neste momento quero agradecer o Guilherme pelo tempo dedicado para responder essas perguntas, e desejar sucesso para sua vida profissional.

O Guilherme foi um dos 50 melhores atletas do país chamados para o "Camp Basketball Without Borders Américas Nike 2007", para aperfeiçoamento do seu jogo com atletas e técnicos da NBA. Ele atualmente está jogando nos EUA.

Entrevistado:
Nome: Guilherme Fuck
Idade: 22 anos
Altura: 2,00 mts
Cidade Natal: Chapecó - Santa Catarina

Equipe atual: Trappers Northwest College - Powell, Wyoming - EUA.





Alexandre: Quais times você já passou?

Guilherme: COC/Ribeirão Preto, C. A. Paulistano, São Caetano, Jacareí e AVIBA/UNOESC Videira

Alexandre: Como foi sua trajetória até você chegar aos EUA?

Guilherme: Antes de tudo, vou me apresentar. Sou Guilherme Fuck, jogo basquete por 11 anos na posicao de Ala/Pivo e atualmente estou jogando nos Estados Unidos. Antes de chegar onde estou, passei por muitos clubes brasileiros. Joguei por 4 anos no COC/Ribeirão Preto, 1 ano pelo Paulistano, 1 ano por São Caetano e 1 ano por Jacareí. Depois desse ano em Jacareí, no qual fui cortado mais uma vez, decidi focar em meus estudos. Como jogar basquete e estudar NÃO é possível no Brasil, decidi tentar jogar nos EUA, onde estudos e basquete andam juntos. Consegui vir até aqui com ajuda de um amigo meu, Ricardo Andreotti (atualmente jogando na Dakota do Sul). Ele falou que um pré-requisito para tentar jogar nos EUA, é ter um DVD. Me prontifiquei de fazer esse DVD e mandei o quanto antes, o coach aprovou e desde então começamos a trocar informações e hoje estou aqui.

Alexandre: Quais foram os desafios que você teve que enfrentar, e como os enfrentou?

Guilherme: Acho que o maior desafio foi ter que enfrentar uma decepção a cada ano, e de não continuar em nenhum time depois do COC. Por mais que eu me esforçasse, nada adiantava. No Brasil, quem joga muitas vezes não é quem merece, e sim quem o técnico tem simpatia ou quem indicou tal jogador para jogar, as famosas PANELAS. Sempre dei meu máximo, mas muitas vezes de nada adiantava. Cada ano que enfrentei, foi uma luta na qual nunca desisti. Ja pensei sim, em parar de jogar basquete, mas meus familiares e namorada, nunca deixaram eu cair. Sempre segui em frente e procurei olhar as coisas positivas de cada dificuldade e isso me ajudou muito a ser quem eu sou hoje. 
  
Alexandre: Como foi quando recebeu a notícia, de que o COC não iria ter mais basquete?

Guilherme: No início não acreditei que uma estrutura daquele porte iria acabar. Somente acreditei quando em 2007, não tinha mais nada e estava sem times para jogar. Só joguei aquele ano, porque conseguiram uma união com a Recra naquele ano e então fechei contrato dia 15 de fevereiro. Para mim foi a maior decepção, pois me prometeram muitas coisas e eu estava jogando com o adulto, sendo que eu era cadete na época, então treinar e jogar com Nezinho, Alex, Arthur e todos os outros, para mim era a alavanca para minha carreira, mas foi totalmente ao contrário, e tive que recomeçar tudo novamente.




Alexandre: Como foi trabalhar em Ribeirão?

Guilherme: Até hoje continua sendo o melhor lugar que já joguei. Nada se compara aos treinadores, os treinos, a estrutura e tudo mais. Gostaria de poder ter jogado mais lá e ainda torço para que um dia COC/Ribeirão Preto volte a existir.

Alexandre: Você pretende estar nas Olimpíadas de 2016?

Guilherme: Olha, um dos meus sonhos é estar nas Olimpíadas. Se vou estar, eu não sei, mas vou continuar treinando aqui, dando o meu melhor pra um dia estar na Seleção Brasileira e disputar todos os campeonatos Possíveis. Um dia, quando a oportunidade vier, tenho que estar preparado.

Alexandre: Qual é seu maior sonho?

Guilherme: Meu maior sonho é ser bem sucedido na vida. Pode ser no basquete, jogando na Europa ou por um clube famoso ou até mesmo na NBA e/ou ter minha carreira bem sucedida no ramo que escolhi me formar, que é Administração, ter a própria empresa ou trabalhar para alguma empresa de grande porte, ainda mais que tenho Inglês como segunda língua. Uma hora nosso corpo nos obriga a parar de jogar,  então tem que ter alguma segunda opção além do basquete.

Alexandre: Pretende ir para a NBA?

Guilherme: Um dos meus sonhos é jogar na NBA. Gostaria muito e vou trabalhar pra isso. Vai que o Chicago Bulls precisa de alguém lá ou qualquer time da NBA. Irei trabalhar pra isso. Hehe...

Aguardem as próximas entrevistas!
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Entrevistas

A partir desta semana, irei entrevistar alguns jogadores Professional de Basquete. E estarei colocando essas entrevistas no Blog.

Aguarde as entrevistas.;

terça-feira, 9 de agosto de 2011

II Caballiana! Venha Conhecer!


II Caballiana.
21 e 22 de Abril de 2012
Itupeva - SP
 
Venha Conhecer!!
 
Primeiramente, estarei apresentando o que é a II Caballiana.
Caballiana Fair é uma Feira Internacional de Cavalos, que acontece a cada 2 anos.
Uma feira onde se reunem os fãs e os novos admiradores do segmento de equinos.
Uma feira onde se encontram os melhores profissionais da área, oferecendo uma oportunidade ímpar de relacionamentos.
 
Aproveite !!
 
A feira irá mostrar, o que há de melhor e mais inovador no mercado em produtos e serviços do ramo.
Aproveite e participe do VIII Congresso Internacional de Medicina Veterinária, o maior evento da medicina veterinária equina do Brasil.
 
 
A feira no ano de 2010 contou com +- 1500 pessoas e 40 expositores.
Para o ano de 2012 está sendo esperado o dobro de pessoas.
 
Para que isso aconteça, precisamos da sua ajuda, participando e divulgando.
 
 
Este ano, a feira será realizada no Hotel Quality Resort & Convention Center.
O Hotel está localizado na Rodovia dos Bandeirantes, a 26km do Aeroporto de Viracopos, em frente ao Wet n’ Wild, Hopi Hari, Outlet Premium e Shopping Serra Azul.
 
Aproveite este local estratégico, e dê uma "esticadinha" até um destes locais. 
 
Partcipe!!! Divulgue!!!
 
Para os participantes, serão sorteados passaportes para os parques e descontos em lojas do Outlet.
 
Seja fã do evento no Facebook.
 
Para nos ajudar a divulgar, segue o Facebook da feira, e basta curtir e repassar para seus amigos.
 

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Grande Jogada! Parabéns Corinthians!

O lutador Anderson Silva e o Corinthians devem anunciar nas próximas semanas um acordo para que o atleta passe a defender o clube. Silva deverá usar o uniforme do clube e, também, ser o “padrinho” de uma academia que será montada no clube paulista. A gestão do espaço será do Corinthians, mas Anderson deverá utilizar o espaço para treinamento quando estiver no Brasil – o lutador mora nos Estados Unidos, onde disputa o UFC, principal campeonato de lutas do mundo.

Anderson que também acaba de fechar um patrocínio com o Burger King intermediado pela agência 9Nine, irá vestir a camisa alvinegra já no UFC Rio, que acontece no final deste mês na cidade do Rio de Janeiro.

Se pararmos para pensar, é uma grande jogada do Corinthians. O UFC é um esporte emergente no mundo, o evento que irá acontecer no Rio de Janeiro no final de agosto, o UFC Rio,  é um evento esperado no Mundo todo especialmente no Brasil. 
Com isso a marca Corinthians será levada a todos que estiverem assistindo, e não só isso, o Anderson irá lutar contra um Japonês, isso irá fazer com que todos os Brasileiros que estejam torcendo para que Anderson ganhe a luta, conseqüentemente estará torcendo para o Corinthians.

Parabéns Corinthians.

Até o Próximo Post.
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