domingo, 20 de novembro de 2011

E a greve na NBA continua!


Como já dito anteriormente neste mesmo blog, a NBA está em greve. (http://canevarisportsmarketing.blogspot.com/2011/10/entenda-greve-na-nba.html)

A expectativa, era de que esta greve já tivesse terminado e que os jogos já estivessem acontecendo.
 Até o presente momento já foram 140 dias de greve e vários jogos cancelados.

Várias reuniões foram feitas entre os representantes dos jogadores e os representantes dos donos das equipes...só que eles não conseguem chegar num consenso, e no tão esperado acordo.

Os jogadores não querem baixar mais do que 52% do lucro total da NBA e os treinadores querem no mínimo 50% para cada lado. Enquanto esse imbróglio não se resolve, os jogadores mais famosos da liga NBA estão começando a pensar em ir para outras ligas.

O primeiro salário que os jogadores receberiam de seus times, seria este mês de Novembro, que por conta da greve, ainda foi depositado.

Esta falta de depósito criou uma esperança nos donos das equipes, pois eles acreditam que com a suspensão do salário, os jogadores possam abrir mão dos 2% a mais, em prol de receberem logo o salário. Os jogadores disseram que já estavam preparados para isso acontecer, e que não vão abrir mão dos 2%.
Enquanto os jogadores e os donos não se decidem...

Os donos estão perdendo dinheiro por não haver jogos, os jogadores perdem patrocínio por não estarem jogando, os fãs não assistem seus jogos favoritos, a  TV deixa de lucrar com as propagandas, donos de bares e restaurantes das redondezas dos estádios estão perdendo clientes, que antes faziam filas nos dias de jogos e etc.

Esperamos que isto possa ser resolvido o mais rápido possível, para que todos possamos voltar a assistir e prestigiar este esporte maravilhoso. 
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sucesso financeiro da Copa depende de investimentos da iniciativa privada!

Um ótimo texto da Revista Exame sobre o os investimentos no Brasil, sobre a Copa e as Olimpíadas!

Fonte: www.exame.com.br



São Paulo – A falta de investimentos da iniciativa privada poderá ser o grande gargalo que comprometerá o sucesso financeiro de megaeventos esportivos no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, revela o estudo “International Business Report 2011 (IBR)” da consultoria Grant Thornton Brasil.
Embora 78% dos 11 mil empresários consultados em 39 países estejam confiantes de que a economia brasileira irá crescer com a realização do Mundial de 2014, 68% deles afirmam que não pretendem elevar os investimentos em função da Copa.
“A falta de comprometimento da iniciativa privada poderá afetar as contas públicas brasileiras. Se os empresários não investirem nas áreas próximas aos estádios, onde serão realizados os jogos da Copa do Mundo, não haverá o desenvolvimento destas regiões, limitando os ganhos com a realização do evento”, alerta Madeleine Blankenstein, sócia da Grant Thornton Brasil.
Ela explica que, embora o setor de construção seja o mais beneficiado pelo evento (40%), seguido por turismo (30%) e por infraestrutura (18%), há outros segmentos que merecem a atenção dos empresários, inclusive as áreas de comércio e de serviços.
“A Grécia, em 2004, é um belo exemplo. Grande parte do dinheiro aplicado na realização das Olimpíadas de Atenas foi público, o que de certa forma colaborou para o endividamento do país, intensificando a situação que culminou na crise atual”, afirma Madeleine. “É evidente que as Olimpíadas não foram a percursora da crise, mas colaboraram para tal”, acrescenta.
Apenas em Atenas foram aplicados 11,6 bilhões de dólares na preparação do evento. Poucos países podem fazer como os Estados Unidos, que organizaram uma Copa do Mundo (em 1994) e duas Olimpíadas (em 1984 e 1996) sem um centavo de ajuda do próprio governo. Isso porque toda a infraestrutura estava pronta. Na Alemanha, o setor público (local ou federal) financiou apenas um terço dos 2 bilhões de dólares gastos nas obras nos estádios. O restante veio da iniciativa privada.
O governo brasileiro enfatiza que os gastos públicos com a Copa do Mundo no país trará empregos, aumentará o fluxo turístico, promoverá a revitalização de áreas urbanas e garantirá investimentos de peso no país. Contudo, apenas 6% dos 11 mil entrevistados na pesquisa da Grant Thornton Brasil acreditam nisso.
“A falta de visão do empresariado brasileiro é o grande problema da Copa do Mundo. Mas ainda dá tempo de corrigir este erro. A iniciativa privada precisar acordar e ampliar sua visão de que o momento de investir é agora”, destaca Madeleine.
Ela destaca como exemplo o caso da língua inglesa. “Quantos estabelecimentos estão preparando seus funcionários para receber turistas internacionais? São poucos. Isso mostra despreparo de muitos donos de hotéis e restaurantes em se adequar às necessidades de se sediar um megaevento.”
A sócia da Grant Thornton Brasil enfatiza que Copa do Mundo não se restringe apenas a estádios, comércio e serviços, chamando a atenção dos empresários para investirem também em transporte público. Um exemplo é Curitiba. A capital paranaense contou com a ajuda da iniciativa privada para desenvolver um sistema de vias que hoje é exemplo para diversas cidades no mundo.
“A iniciativa privada ganha até hoje com o transporte em Curitiba. De olho nisso, então, por que os investidores não olham para o aeroporto internacional de São Paulo (Cumbica) e levam o metrô até ele? É nosso cartão de visita e atualmente está deixando a desejar em termos de infraestrutura”, sugere.
Madeleine afirma que “é muito difícil sensibilizar a iniciativa privada”, mas diz que uma das formas é o governo mostrar aos empresários as vantagens, não apenas de curto prazo, que os investidores podem ganhar com aplicações em megaeventos.
“Na medida em que se investe nos locais próximos da realização dos jogos, eles se desenvolvem e a economia na região se intensifica, o que pode trazer ganhos duradouros para o empresário que decide apostar, garantindo assim o sucesso da Copa do Mundo”, afirma Madeleine.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Por que os Jogos Universitários Americanos são melhores do que os Jogos Profissionais?


Para muitas pessoas os jogos universitários são bem melhores que os jogos Profissionais, e há muitos motivos para pensarem desta forma. Segue uma lista decrescente de cinco razões porque o Americano prefere os jogos universitários:


5. Rivalidade: Em esportes Profissionais existem algumas rivalidades, como Lakers x Celtics ou NY Yankees x Boston Red Sox, em jogos Universitários, todo final de semana há uma grande rivalidade, pela diversidade de times, sempre há um grande jogo a se assistir.

4. Diversidade: Em um esporte profissional, você terá no máximo 30 times. Muitas cidades não têm um time por perto e tem que acompanhar de longe o seu time favorito, no esporte Universitário sempre terá uma Universidade no seu “quintal”. Isso faz com que todos possam torcer pela sua universidade favorita, e não só em casa, indo ao estádio e contribuindo com o time.

3. Tradição: Muitos times sempre têm a possibilidade de ser comprado por um empresário e mudar de cidade, fazendo assim com que perca a tradição. Em uma universidade isso jamais acontece, então toda a tradição é levada para dentro do jogo, seja por mascote, hinos, bandeiras, entre outros. Isso faz com que o torcedor se identifique com o time.

2. Salários: Nenhum jogador é pago para jogar nas universidades (Regra da NCCA). Todos os jogadores ganham bolsas, então não existe aquele “ciúme” por um jogador ganhar mais do que o outro, lutam como uma equipe que dá o sangue para a universidade.     

1. Orgulho: Você escolhe o seu time baseado nas crenças ou provavelmente da localização onde você estudou ou onde seus pais frequentaram. Isso faz com que o torcedor tenha um conhecimento muito grande do time, fazendo com que ele tenha o orgulho de dizer que estudou e torce para essa universidade, e não importa qual esporte, o importante é o nome da faculdade se destacar.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Resumo do IX Encontro de Marketing da FEA – USP


Resumo do IX Encontro de Marketing da FEA – USP (Faculdade de Economia e Administração – Universidade de São Paulo).

Resumirei as palestras que aconteceram no evento do dia 24/10/11,  a respeito do IX Encontro de Marketing da FEA – USP. Nos próximos dias detalharei todas as palestras.

Queria neste momento parabenizar o pessoal da Atlética FEA USP e a FEA - USP pelo ótimo evento.

Palestra – German Hartenstein (CEO da ESPN)

·         Missão, Visão e Valores;
·         Metas e futuro do Canal;
·         O começo da ESPN;
·         Mercado de TV para esporte;
·         Transmissão de um grande evento;
·         Novos mercados.

Palestra - Léo Delamanha (Confederação Brasileira de Rugby)

·         Inicio da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu);
·         Os dirigentes da CBRu;
·         Patrocínios do time Brasileiro;
·         Novas prospecções de patrocínio;
·         Campeonatos Brasileiros e Internacional;
·         Próximos eventos do Rugby Nacional e Internacional;
·         Campeonato Universitário de Rugby.

Palestra - Andrey Cabral (Diretor de Marketing Red Bull Brasil)

·         Atletas da Red Bull;
·         Missão, Visão e Valores ;
·         Marketing Esportivo como comunicação;
·         Retenção de Talentos;
·         Formula 1;
·         Esportes diversos;
·         Futebol da Red Bull;
·         Futuro da Red Bull. 

Palestra Paulo Vinícius Coelho – (Comentarista da ESPN)

·         Porque escolheu a profissão de jornalismo;
·         Porque quis seguir carreira no jornalismo esportivo;
·         Como fez para chegar até a ESPN;
·         Dicas e conselhos para os alunos;
·         Discussão de temas diversos.

Palestra Caso Ronaldo Fenômeno
Fabiano Farah (empresário do Ronaldo Fenômeno)
Paulo Rosenberg (Diretor de Marketing do Corinthians)
Andrés Sanchez (Presidente do Corinthians)

·         Porque contratar o Ronaldo;
·         Como foi a abordagem para contrata-lo;
·         Discussão do contrato;
·         Antes e depois do Ronaldo no Corinthians;
·         Benefícios para o Corinthians e Ronaldo;
·         Legado deixado no caso Ronaldo.








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terça-feira, 18 de outubro de 2011


A AAAVC convida para o IX Encontro de Marketing Esportivo, um ciclo de palestras e debates que tem o intuito de mostrar o envolvimento do esporte em estratégias de Marketing, a atuação da área de Marketing das empresas do ramo esportivo, bem como o empreendedorismo e gestão esportiva.

Data: 24 de Outubro, 2011

Local: São Paulo - FEA USP Sala Congregação

Programação:

11h - German Hartenstein (CEO da ESPN)

12h - Léo Delamanha (Confederação Brasileira de Rugby)

13h Café

14h - Andrey Cabral (Diretor de Marketing Red Bull Brasil)

15h - PVC (Comentarista ESPN)

16h Café

17h - Mesa redonda sobre o caso Ronaldo Fenômeno e sua vinda ao Corinthians com:

Fabiano Farah (empresário do Ronaldo Fenômeno)
Paulo Rosenberg (Diretor de Marketing do Corinthians)
Andrés Sanchez (Presidente do Corinthians)

18h - Prof. Dr. Marcos Cortez Campomar

Mediador: Prof. Dr. Marcos Cortez Campomar

Entrada franca

NÃO PERCAM!!

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um exemplo de Patrocínio!


Continuando as publicações sobre Marketing Esportivo, hoje mostrarei como um patrocínio pode ir além de uma exposição da marca. Este patrocínio é para ajudar a Ravens All Community Team Foundation, uma fundação do time da NFL de Baltimore. Um exemplo para muitas empresas, não só expor suas marcas, mais ajudar a comunidade onde está presente. (Fonte:www.maquinadoesporte.com.br)

A nova parceria do Baltimore Ravens, time que disputa a liga profissional de futebol americano (NFL), tem como foco uma ação social. A franquia fechou nesta semana com a Thompson Gás, que alicerçará a relação com o time em um projeto de auxílio à comunidade. 

Durante a atual temporada da NFL, a Thompson Gás doará US$ 500 à fundação oficial do Baltimore Ravens a cada “3-and-out” de adversários quando a franquia atuar como mandante. A jogada é o que acontece quando a equipe impede o rival de completar um first down em três descidas ofensivas. (para saber mais sobre o jogo de NFL entre no arquivo do mês de Maio ao lado direito da pagina).

O dinheiro da Thompson Gás, que trabalha com gás propano, será enviado diretamente à Ravens All Comunity Team Foundation, entidade que a franquia mantém e que realiza ações sociais na região da equipe.

Além de participar do projeto social, a Thompson Gás terá direito a uma série de propriedades de publicidade estática e poderá usar um selo de “parceira oficial” dos Ravens.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Noticias de Marketing Esportivo


Publicaremos está semana noticias, de empresas que estão investindo no esporte. (fonte:www.maquinadoesporte.com.br)

Irwin irá investir no futebol brasileiro em 2012


 


A Irwin, fabricante de ferramentas manuais e acessórios para construção civil, será uma das marcas presentes no futebol a partir do ano que vem. A empresa, cuja conta de marketing esportivo foi conquistada pela agência Wolff Sports recentemente, tem como principal objetivo obter, por meio do esporte, reconhecimento de marca.

A nova parceira da companhia norte-americana indicou o futebol como melhor meio para conseguir visibilidade, e o planejamento para a próxima temporada já está pronto. A princípio, haverá patrocínios de longo prazo em publicidade estática e clubes de destaque, mas ainda não há nenhuma negociação concluída nesse sentido.

“Estamos muito contentes de receber em nossa carteira de clientes uma marca forte como a Irwin", comenta Fábio Wolff, diretor-sócio da Wolff Sports, em nota. A agência foi a responsável por uma série de aportes pontuais feitos neste ano, inclusive para equipes como Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, além de Estaduais.

Essa será a primeira investida significativa da Irwin no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, país no qual a empresa foi fundada em 1885, a fabricante investe em automobilismo. Entre as propriedades ocupadas na Nascar, o destaque é a "Irwin Tools Night Race", uma das etapas do campeonato, na qual preenche os naming rights.

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